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Agência de Comunicação com Atração Neurocognitiva em Saúde.
Quem não fala bem e bastante nas redes perde relevância no que faz e no que se propõe a fazer, pois a competência também passa pela capacidade de conversar com múltiplos e heterogêneos públicos. Na área da saúde isso é ainda mais evidente. Cada pessoa se comunica do seu jeito, no seu ritmo, linguagem, cultura, pausas e expressões. É isto que nos torna integralmente humanos — naturais, imperfeitos, vivos e criativos. A informação humana, transmitida pessoa a pessoa, está entrando num processo de escassez diante das informações volumosas e assertivas produzidas por bots de IA, fato este que as informações das grandes mídias vem sendo recebidas com ceticismo pois carregam intenções ocultas, vieses e armadilhas sutis. Na saúde, enfrentar isto é urgente, pois informação com ruído gera desconfiança e afastamento — o oposto do que se espera de um processo de construção do saber. A educação em saúde que propomos não acontece por meio de apresentações estruturadas, apostilas e protocolos. Ela nasce, sobretudo, da escuta, do diálogo ativo e claro, da simplicidade acessível as pessoas que são tão diferentes e vivem realidades adversas uma das outras, mantendo a reciprocidade do diálogo no processo do aprendizado mútuo.. Por isso, essa forma de comunicar é inspirada na abordagem de atração cerebral - neuroinbound - que propõe a informação humanizada e desorganizada deixando que cada cérebro tenha seu experiência biológica única na compreensão da experiência, propiciando a construção do criativo sobre o padronizado, vivendo intensamente o contraditório sem precisar resolve-lo. Risos, dúvidas, tropeços, falhas e descobertas aproximam e humanizam o saber que provém da carne e do osso e não de circuitos eletrônicos. Mais do que nunca o processo criativo humano é urgente. Na saúde comunicar bem antecipa o risco assistencial. A abordagem da atração cerebral da comunicação propõe que os profissionais da saúde naveguem nesse novo e complexo ecossistema comunicacional, onde informar não basta — é preciso conectar, traduzir e gerar sentido individual e diferente para cada pessoa. O celular é uma ferramenta onipresente e as grandes plataformas com a IA buscam ocupa-los com seus algoritmos de grandes dados. A força humana é despadronizá-la através do contato direto cérebro a cérebro, pois cada um merece o respeito de ser diferente. É nesse território que a comunicação com atração neurocognitiva - neuroinbound - encontra solo fértil: uma jornada intuitiva baseada na atração humana através da neuropsicologia dos estímulos mentais como o prazer, dor, escassez, urgência, autoridade, reciprocidade, antecipação, simplicidade, referência, curiosidade e o contraditório. São esses símbolos que organizam nossa percepção, orientam escolhas e moldam o aprendizado. Comunicação é arte e ciência. Do ponto de vista científico, a abordagem neuroinbound utiliza estratégias afetocognitivas que deixam marcas duradouras no cérebro pois integram a emoção e razão numa mesma vivência. Do ponto de vista artístico é deixar que a mensagem se revele sozinha, que nasça da intenção e do que for sentido. Esse é o nosso modelo para construir agendas de prioridades em saúde, deixando que cada pessoa desembarace seus próprios novelos, tricotem cada fio da informação recebida e que teçam, cada um, seu próprio saber. Envie-nos um WhatsApp. |

